segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O Essencial é invisível aos olhos.

Os baobás eram uma planta muito comum no planeta do pequeno príncipe e, tão danosa, que deviam ser extirpadas logo que germinassem, ocasião em que se percebia não se tratar de roseiras. O cuidado tinha que ser diário e requeria muita disciplina, pois, se tal planta crescesse, as raízes penetrariam de tal forma no solo que atravancariam e, se pequeno fosse o planeta e numerosos os baobás, explica Exupéry, rachariam o corpo celeste. Em suma, os baobás eram uma praga que precisava ser diuturnamente combatida. (Por Telma Maria Santos)


Decidir o que deixar crescer e o que cortar pela raiz,são decisões que tiram o seu sono.

Quando surge um broto é preciso saber se é de baobá ou de outra coisa.

Talvez você decida cortar pela raiz por certeza de ser um baobá e por medo perde uma roseira que te faria feliz.
Ou o deixa crescer, acreditando que o que vai crescer é com certeza é uma roseira, e quando você vê que e um baobá que vai destruir seu mundo já é tarde.

As vezes o baobá parece uma roseira,você deixa ele crescer e quando perceber que é um baobá,já se alastrou.

É preciso distinguir os baobás de uma roseira,porque os baobás são muito perigosos.

O livro O Pequeno Príncipe, portanto, sob uma roupagem singela, convida o leitor a uma profunda reflexão sobre nós mesmos, sobre a vida e sobre o que é essencial na vida.

Então, tenhamos sempre em mente que o nosso livro de cabeceira pode ser muito mais profundo do que aparenta.
E quanto é bom abrirmos, sem demora, os “olhos do coração”.


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